Como Minerar Bitcoin Na Nuvem - Estratégia Eobot 2019 ...

Novo minerador móvel (MELHOR QUE ETN) - Dicas sobre Bitcoin - mais rápido dinheiro

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MELHOR MOMENTO DE COMPRAR BITCOIN!? CAPITULAÇÃO DOS MINERADORES HOJE!! - Dicas sobre Bitcoin - Ganhe dinheiro

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Discussão sobre Criptopmoedas (Bitcoin e Altcoins). Um pouco sobre o que aprendi e como você pode conhecer mais sobre esse mundo novo.

Oi, /Brasil!
Antes de qualquer coisa gostaria de fazer um ‘disclaimer’ sobre esse post:
Não estou aqui para fazer aquele marketing “Olhe como em apenas 5 passos você pode ficar muito rico!!”. Eu sou extremamente novo nesse mercado de Criptomoedas e aprendi tanta coisa nova e legal e gostaria de compartilhar meu conhecimento, tirar duvidas e quem sabe trazer novas pessoas nesse novo mundo.
 
Nesses últimos tempos vários posts sobre Bitcoin e Altcoins estão aparecendo aqui no /Brasil e muita gente discute sobre o assunto. Alguns extremamente céticos, uns curiosos e outros que já conhecem um pouquinho do assunto. Eu tentei dar um help pro pessoal que fez perguntas nos outros posts e alguns se juntaram ao grupo que organizei sobre Criptomoedas no Discord.
 
Não quero trazer também o “invista até não poder mais”. Esse mercado de criptomoedas é extremamente volátil e você pode sim perder dinheiro com isso. Nunca invista o que não pode perder.
 

Quero iniciar comentando sobre algo que muitos céticos usam:

“Bitcoin é uma bolha, ela vai estourar e você vai perder tudo.”
 
O que não é uma bolha, certo?
Bolha do ‘dot com’ e bolha da Apple a bolha do Tesla. Existem vários outros exemplos que eu poderia dar, mas eu não vim aqui pra isso.
 
A ideia central de Criptomoedas é ser um sistema descentralizado de qualquer banco, empresa e governo, ser seguro, open-source, totalmente criptografado, que é apoiado pela matemática implementada. Toda a história da moeda deve ser aberta ao público e você pode ver toda e qualquer transação feita na rede. Essas transações precisam ser processadas por máquinas que confirmam que essa transação não é um double-spending ou alguém querendo criar moedas “out of thin air”. Se alguém quiser hackear o sistema ele vai precisar quebrar toda a Blockchain da moeda (explicação mais abaixo).
 
Blockchain (cadeia de blocos) é todo o registro de tudo que aconteceu com a criptomoeda. Cada novo bloco é ligado ao ultimo bloco existente. Nenhum dado subsequente pode ser alterado sem que todos os outros blocos sejam alterados. Fazendo assim a criptomoeda em questão super segura. Blockchain é estudada para aplicações de gerenciamento de identidade, registro médico, prova de documentos, etc.
 
Você pode fazer uma transferência pequena de alguns trocados até com centenas de milhares Reais para qualquer lugar do mundo. Imagine você aqui no Brasil tem um parente lá na Coréia do Sul. Você quer mandar R$3000,00 para o parente. Para isso você precisa ir até o seu banco, solicitar uma transferência de alto valor, pagar todas as taxas do banco, do seu governo, talvez até do governo do país que será enviado, esperar até a data estipulada para o dinheiro chegar ao seu parente (a partir do dia do envio+2). Faça a pesquisa, você pode pagar muito alto por isso.
 
Agora leve em consideração o Bitcoin. Mesmo com uma taxa alta nesses últimos tempos (da ultima vez eu paguei R$12,00), imagine você mandar esses mesmos R$3000,00. Só que a transação é feita em até 60 minutos. Você manda a ordem de transferência da sua carteira até a carteira do seu parente, essa transferência de Bitcoin é registrada, então processada pelos mineradores e depois de um tempo o Bitcoin é validado na carteira do seu parente. Depois disso ele pode já usar os Bitcoin no mesmo dia ou ir até um caixa eletrônico de Bitcoin e sacar em dinheiro ou até trocar por outras moedas ou por dinheiro em Exchanges.
 
Fora Bitcoin, nós temos centenas de outras criptomoedas. Várias são muito interessantes, como: Ethereum, Litecoin, Bitcoin Cash, Vertcoin. Outras são simplesmente enganações usadas para roubar dinheiro de quem investe nas criptomoedas. Infelizmente existem coisas ruins como essa em qualquer lugar do mundo. Sugiro também uma pesquisa sobre cada criptomoeda. Coinmarketcap é um site legal para você iniciar sua pesquisa nas moedas de maior valor, volume, tecnologia, etc.
 

Mineração

A mineração consiste em usar o recurso de processamento do seu computador para procurar e resolver blocos. Quando isso acontece uma recompensa é distribuída para todos os mineradores envolvidos na mineração. Você pode minerar sozinho (o que hoje é impossível para alguém normal) ou pode entrar em uma Mining Pool.
 
Recentemente comecei a minerar uma criptomoeda chamada Vertcoin. Não é necessário muito conhecimento em como funciona a mineração. Basta ter um computador com placa de vídeo legal (a partir de uma gtx 1060 é legal), baixar um programa chamado One-Click Miner (OCM), arranjar uma carteira da moeda (interessante a Electrum Vertcoin Wallet), apontar seu minerador para aquela carteira, selecionar uma Pool de mineração e clicar Start.
 
Na mineração de Vertcoin você usa o poder de processamento da sua GPU para procurar blocos na rede junto com vários outros mineradores. Quando um bloco é encontrado você é recompensado pelo tempo que você esta minerando. Quanto mais tempo estiver minerando, melhor. Mas até um limite claro.
 
Não vou dizer que vale a pena você minerar porque existem muitas variáveis para isso. Para mim esta valendo a pena. Com uma GTX 1080 consigo pagar o gasto extra de conta de luz e lucrar Vertcoins. Recomendo fazer o calculo e ver se vale a pena.
 
A ideia central que estou levando para minerar Vertcoin é que devido a sua história, seus desenvolvedores, resistência à ASIC (Application Specific Integrated Circuits) e sua transparência com a comunidade ela será adotada pelo mercado. Seu valor subiu de US$0,04 em Janeiro de 2017 para hoje no preço de US$5,4. Outra coisa legal é que o Vertcoin usa algoritmo criado por brasileiros, chamada Lyra2!
 
Se você, leitor, tiver interesse em minerar ou discutir mais sobre moedas e conhecer mais, eu vou sugerir entrar no Discord que criei exatamente para isso: https://discord.gg/aWfV2Q5. Somos um grupo pequeno, mas o pessoal lá é super amigável e me trouxeram muito conhecimento novo. Temos desde iniciantes até alguns veteranos no assunto. Temos uma Pool de mineração de Vertcoin (Veja aqui) também se alguém se interessar.
 

Conclusão

Esse mundo de Cryptocurrencies é muito novo, estranho, inovador e interessante. Aprendi muita coisa e nem estou a tanto tempo assim aprendendo. Tenho comprado, vendido, minerado e guardado várias moedas diferentes. Tenho lucrado uma grana interessante que não teria vindo caso continuasse igual meus amigos que dizem não ter dinheiro pra investir nisso, mas saem todo final de semana com amigos/namorada e gastam 50, 100, 200 reais. Deixasse de sair 1 fim de semana por mês e compra uma moeda “segura” como Litecoin ou Ethereum. Da um lucro legal em uns 10 anos caso for atento, trocar por Real quando necessário ou mudar pra outra moeda.
 
Tem muita coisa que ainda quero falar, mas não quero deixar esse texto mais extenso do que esta. Por isso, peço a você que está lendo para deixar seus comentários, a favor ou contra, que vou tentar responder, aprender coisas novas, tirar dúvidas, fazer perguntas também e ter discussões saudáveis.
submitted by TheCrazyTiger to brasil [link] [comments]

Sobre mineração e como afeta peças de PC no Brasil.

Só pra esclarecer um pouquinho. O preço das memorias RAM é devido a industria de celulares usando os mesmo chips e a demanda sendo grande por ambos os lados porém a industria de celulares é maior então é prioridade para as fabricas venderem para ela.
Preços das GPUs, no Brasil não está tão afetado assim pela mineração, já que por conta da energia não compensa tanto. Um exemplo é uma GTX 1070, em agosto (segundo o Zoom) você achava por 2200~, ela agora está 2400, porém se você procurar melhor consegue achar uma GTX 1070Ti por 2300-2400~. Placas como as RX 470, 480 e 1060 tinham um ROI (Return over investment) melhores, então eram e ainda são muito procuradas para mineração, mas vendo os últimos 6 meses novamente, a GTX 1060 aumentou em R$200, provavelmente caçando um pouco consegue achar abaixo de R$1400.
Bitcoin afetam pouco a mineração, já que a maioria de mineradores está usando GPUs para minerar Etherum ou alguma outro coin que esteja valendo mais (o whattomine.com mostra o quanto algumas GPUs fazem por dia em diversas moedas diferentes).
PS: Bitcoin é minerado em ASICs, maquinas projetadas para fazer a mineração, por isso GPUs não são afetadas pela mineração de bitcoin, existem altcoins que são resistentes a ASICs, fazendo a mineração ser decentralizada.
submitted by SpiritSTR to brasil [link] [comments]

Bitcoin XT, Forks e tudo mais (parte 1)

Se você está querendo saber o que é Bitcoin, esse artigo não é pra você. Se procura um posicionamento politico, também veio ao lugar errado. Esse artigo é sobre como funciona o mecanismo de consenso, e a bifurcação (Fork) que ocorrerá em consequência da adoção do Bitcoin XT.

O mecanismo de consenso e os forks

O Bitcoin se propõe a resolver um problema clássico da computação, conhecido como “Problema dos generais bizantinos Iterado”1. Esse problema pode ser resumido como sendo “buscar o consenso através de mensagens transmitidas por um meio inseguro”. Não vou entrar em detalhes aqui sobre como o consenso é atingido ou buscado, pois sairia do escopo desse artigo, mas basta saber que o objetivo do bitcoin é conseguir o consenso entre os participantes da rede. Quando esse consenso não é atingido, acontece o que chamamos de “Fork“, ou bifurcação.
Nesse ponto quero deixar claro: um Fork na blockchain não tem nada a ver com um fork do código fonte. um Fork na blockchain pode acontecer sem haver fork no código fonte (e ja aconteceu algumas vezes antes por bugs no software do bitcoin core2 ). Forks no código fonte do bitcoin acontecem todo o tempo. São desenvolvedores criando novas criptomoedas concorrentes ou complementares ao bitcoin3. Note que esses forks sempre criam novas blockchains, começadas do zero. Ou seja, são forks do código fonte, mas não da blockchain.

Soft Fork

Voltando ao assunto. O consenso no contexto do bitcoin é definido pela blockchain. Ela nada mais é do que uma sequencia de blocos, estes compostos por transações, encadeados um ao outro através de assinaturas criptográficas4. Sempre que há uma divergencia entre mineradores, ou seja, quando conjuntos diferentes de transações são validados ao mesmo tempo formando blocos diferentes para a mesma posição da blockchain, acontece um fork. Esse tipo de fork é chamado de “soft fork“, e faz parte do mecanismo de obtenção de consenso.
Como a rede decide qual desses dois blocos vai ser mantido e qual será descartado? Simples. Quando o proximo bloco for minerado, apenas um dos dois terá sido “assinado” pelo minerador. Aquele que ficar de fora, se torna “órfão”. E se dois mineradores criarem dois novos blocos simultâneos, cada um assinando um dos antecessores concorrentes criados na rodada anterior? Apesar de pouco provável, será formado um fork de dois blocos, ou três, quatro, etc, blocos até o momento em que algum minerador conseguir minerar sozinho o próximo bloco, sem conflitos, e criar uma sequencia mais longa que a concorrente. Quando essa sequencia é criada, a rede atinge novamente o consenso, e essa nova blockchain, mais longa que a concorrente, é mantida e a sequencia concorrente de blocos é tornada órfã.
http://i2.wp.com/www.extremetech.com/wp-content/uploads/2014/06/bitcoin-blockchain.jpg (imagem: Soft Forks. Os blocos roxos se tornaram órfãos.)
O mecanismo de consenso então é sempre decidir pela sequencia mais longa de blocos. Soft forks são mecanismos temporários que permitem que duas versões concorrentes da blockchain disputem qual delas atingirá o consenso. Soft forks com mais de um bloco são raras, muito raras.
E órfãos são ruins! Ninguém gosta de órfãos5. Órfãos dão um prejuízo danado a quem os minera, pois gasta poder de processamento para encontrar um bloco que vai ser descartado pela rede e não vai gerar dividendos. A menos que se esteja tentando um ataque à rede, ninguém vai querer forçar a criação de soft forks na rede, pois o risco de tomar prejuízo é grande.

Hard Forks

Então chegamos no grande vilão do consenso: Os hard forks. Hard forks são quando alguma coisa impede que um consenso seja atingido. Pode ser um bug no sistema, que cria blocos reconhecidos por algumas versões da carteira, mas não por outras. Esse tipo de bug já aconteceu mais de uma vez2. Pode também ser decisão do time de desenvolvedores, para acrescentar funcionalidades à moeda. Para evitar que um hard fork proposital tenha impacto na moeda, um consenso prévio entre desenvolvedores e usuários costuma ser buscado, e quando o hard fork acontece, estão todos (ou quase todos) com a versão correta da carteira e a cadeia “errada” é rapidamente descartada ou ignorada.
https://bitcoin.org/img/dev/en-hard-fork.svg (imagem: Exemplo de Hard Fork. A cadeia superior usa a versão antiga da carteira enquanto a cadeia inferior usa a versão nova. Como não houve consenso, duas cadeias paralelas se formam a partir do terceiro bloco.)
Se órfãos já eram ruins, imagina um hard fork? é todo um ramo da blockchain que nunca vai virar o consenso. É a pior coisa que pode acontecer, e é motivo de morte para várias altcoins6.

A rede e a propagação das transações

Além da blockchain, outro componente primordial do bitcoin é a rede. O bitcoin forma uma rede P2P conectando cada carteira com uma quantidade razoável de outras carteiras, de forma que as mensagens entre uma e outra consigam percorrer toda a rede. De uma forma simplificada, as transações criadas por uma carteira são enviadas a todas as outras conectadas a ela. Cada uma dessas carteiras, por sua vez, retransmite as transações recebidas de uma carteira conectada para todas as outras, e assim sucessivamente, até que toda a rede tenha recebido uma copia daquela transação. OS blocos minerados passam pelo mesmo processo. A diferença é que as transações ficam armazenadas em uma memória temporária, e os blocos são armazenados na blockchain, de forma permanente.
http://i2.wp.com/blog.girino.org/wp-content/uploads/2015/08/split_nets.png (Imagem: Exemplo de redes com clientes de versões diferentes. Na primeira uma rede totalmente conectada. Na segunda, as linhas vermelhas indicam os pontos onde clientes de versões diferentes irão se desconectar. Na terceira e quarta vemos as redes isoladamente.)
Quando acontece um fork, seja ele soft ou hard, a transmissão das transações e blocos continua ocorrendo normalmente. Ou seja, forks não afetam a propagação de transações pela rede. No caso de um hard fork, entretanto, alguns blocos gerados por carteiras de versão diferente ou com bug vão ser descartados como inválidos, e não serão gravados. Em casos graves, as carteiras que insistirem em enviar blocos “inválidos” podem ser desconectadas. Em alguns casos, essa desconexão pode separar a rede em duas redes que não se comunicam. Chamamos isso de split. Mas na maioria dos casos, as redes continuam se comunicando, mas ignorando os blocos gerados pela outra rede. Quando há um split, criam-se efetivamente duas redes separadas, com duas blockchains separadas, praticamente como se existissem duas moedas separadas.

O bitcoin XT

Também não vou entrar em detalhes sobre quais são as melhorias propostas pelo Bitcoin XT ou se elas são boas ou ruins. Apenas pretendo descrever o que deve acontecer com a blockchain e com a rede bitcoin devido a sua introdução.
O bitcoin XT é um fork do código do bitcoin que pretende gerar um hard fork da blockchain do bitcoin caso sua aceitação passe do limite de 75%7. Após atingido esse limite ele emitirá uma mensagem para todos os clientes da rede informando que haverá um hard fork e dando o prazo de duas semanas para que quem quiser possa adequar seus sistemas. Passadas duas semanas, o XT começará a minerar blocos seguindo as novas regras, gerando assim um hard fork.
Isso não seria um problema normalmente, já que o processo de consenso seria conduzido fora da rede e quando fosse finalmente colocado em prática o fork, todos os usuários já estariam com seus sistemas e carteiras atualizados. Só que isso não aconteceu. O XT optou por não passar pelo processo de obtenção de consenso fora da rede e usou esse novo processo para decidir sobre a criação ou não do hard fork. Em termos práticos, o processo deixou de ser uma tentativa de consenso e passou a ser uma votação por maioria de 3/4 dos mineradores8.
A intenção dos criadores do XT é que, caso eles atinjam os 75%, todo mundo migre para o XT e o consenso seja atingido sem hard fork. Mas isso não necessariamente é verdade. Vou tentar descrever abaixo alguns dos cenários que podem acontecer.

1) CAMINHO FELIZ SEM XT

Esse é o cenário mais fácil de prever. O XT não obtém 75% dos mineradores, e tudo continua como está.

2) CAMINHO FELIZ COM XT

Esse cenário se dá com um consenso sendo atingido antes do término das duas semanas de adaptação. Nesse caso, todos migram par ao XT e quando o hard fork ocorrer, não haverá ninguém no lado “antigo” do fork, que morrerá rapidamente. O XT substitui o bitcoin totalmente. Esse cenário parece improvável dada a quantidade de pessoas defendendo o XT.

3) HARD FORK, MAS O BITCOIN “ANTIGO” CONTINUA EXISTINDO.

Suponhamos que 20% dos mineradores optem por não migrar par ao XT. No momento do hard fork teremos a criação de duas moedas com um passado comum. Uma que chamarei de “core” e é minerada pelos que não migraram para o XT e outra que chamarei “XT”, minerada por quem optou pela mudança. Nesse cenário, existem diversas situações de risco e que podem causar problemas tanto para a rede como para os usuários.
Na próxima parte desse artigo eu vou tratar em mais detalhes desse cenário, que é o mais interessante tecnicamente.

Referencias

  1. ↑ ver Byzantine Generals
  2. ↑ ver os seguintes artigos: 1, 2 e 3
  3. ↑ Atualmente são tantos que a ferramenta de visualização do github nem permite ver o gráfico
  4. ↑ Pra quem quer saber em melhores detalhes, um bloco precisa conter o hash do bloco anterior e ser validado por um processo conhecido como mineração, veja esse artigo (não técnico) ou esse (mais técnico)
  5. ↑ No contexto de bitcoins, não tenho nada contra crianças que precisam de adoção
  6. ↑ veja nessa lista de altcoins mortas quantas morreram por hard forks
  7. ↑ O valor exato é de 750 blocos minerados pelo XT entre os últimos 1000 blocos minerados, ver BIP-0101
  8. ↑ na verdade 3/4 do poder de processamento, já que mineradores mais “poderosos” terão mais influencia no voto
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Fork, BitcoinXT Alguns parágrafos sobre o tema.

I can see you are filled with doubt, clouded by uncertainty.
Antes de mais nada não sou técnico, e não me julgo o senhor da verdade. Mas um coisa eu digo com muita convicção e certeza que eu estudo bem o assunto, e continuo estudando. Não sento nos meus quase 5 anos de experiência com o Bitcoin achando que sei tudo. A natureza do tema não permite esse tipo de atitude.
Depois de quase 5 anos de Bitcoin essa é a primeira crise séria que estamos passando.
Sobre o BitcoinXT
Desde quando surgiu o fork, tenho passado horas conversando com os Oracles mais especificamente com o Algorista (Hamilton Amorim). E depois de varias conversas esses são os meus pensamentos sobre o tema
Não sou contra e nem a favor, apenas me simpatizo com a ação ousada do Gavin e Mike Hearn. Todo mundo sabe que algo tinha que ser feito, e que uma decisão tinha que ser tomada. E ao meu ver democracia ou sistema de consenso não são os melhores sistemas para se tomar uma decisão. E com a velocidade que as coisas estão indo em relação ao Bitcoin demora de decisão poderia se transformar em algo desastroso e embaraçoso.
Bitcoin não é um software qualquer, e nem pode ser tratado como qual. Ele esta funcionando enquanto debatemos e não pode ser pausado enquanto tentamos encontrar um caminho menos doloroso. Centralização com visão, pode dar e tem dado certo em muitas industrias e países. Resta saber se Mike Hearn e Gavin tem visão.
Não vou entrar na conversa sobre o tamanho do bloco, ou qualquer outra discussão simplista que tem sido debatida em radio ou nos fóruns nacionais. A discussão é técnica, exige conhecimentos sobre analise de dados, analise de riscos, hardware, network,e outras coisas mais técnicas. E a intenção desse post não é para confundir ninguém. Pq Bitcoin por si só sem esse fork ja é complicado o suficiente para a maioria, e o que esta acontecendo agora deixa todos, incluindo aqueles que dizem que entendem, sem entender.
Isso não é um jogo em que você tem que ser a favor do time CORE ou A Favor do time XT. Se você esta torcendo para algum “time” você esta errado e prejudicando o processo. Pq há consequências para ambos os lados. A melhor atitude é estudar o assunto e tentar ver os benefícios que ambos os caminhos podem trazer para todos.
A única coisa que eu posso dizer é que eu torço para que qualquer que seja o caminho que esse fork esteja nos levando, que dê certo.
SOBRE O FUTURO
Esse meros parágrafos são apenas minha opinião de agora nesse instante. Amanhã pode acontecer algo novo, e minha opinião pode mudar, e tudo que eu escrevi sobre o possível futuro vai estar tudo errado. Bitcoin é muito dinâmico, e como Andreas disse uma vez 3 meses de Bitcoin são 3 anos em tempo normal.
Acredito que o BitcoinXT ira conseguir a maioria necessária para ser o “NOVO” Bitcoin. Ele vai ter o apoio da maioria dos mineradores, empresas, e usuários pelo simples fato de atender as exigências que mineradores, empresas, mercado, e usuários ativos estão pedindo.
Bitcoin Core morre e usuários simpatizantes com esse sistema continuarão trabalhando nele com outro nome, Bitcoin Vintage ou Bitcoin Matrix ou qualquer que seja o futuro nome. Mas não terá o poder computacional que tinha antes. Será apenas uma Altcoin.
BitcoinXt sera mais dinâmico ao enfrentar novos obstáculos , pelo simples fato de não depender de consenso e sim da vontade do maintainer (BOSS) e seus colaboradores.
Resta saber qual os nomes dos futuros colaboradores. Porque querendo vocês acreditarem ou não, haverá sim colaboradores ativos.
O FIM DOS LIBERTÁRIOS, ANARCO-BOBOS E AFINS.
Como vocês podem ter lido nos fóruns e posts no facebook a maioria desses indivíduos são contra o fork.
Com o BitcoinXT não haverá mais espaço para esse tipo de praga, devido a “centralização” do protocolo. Eles todos continuarão usando o protocolo para inúmeros fins, mas não estarão mais enchendo o saco e confundindo os novatos com suas teorias (credo) do século passado.
Valor
Recado principalmente para aqueles que seguram Bitcoin como investimento.
Ao meu ver o preço vai cair ainda mais. Vai ter muita instabilidade, e incertezas até o grande momento. E até la o preço vai cair com pequenos momentos de alta. Mas a tendência é o povo vender seus Bitcoins por não saber o que vai acontecer. Por isso eu digo que não é hora para investir em Bitcoins e nem tão pouco brincar de trader na Bitfinex. Venda e fique de olho até tudo se estabilizar . Depois você pode continuar brincando de trader .
Barão
submitted by AllexFer to BrasilBitcoin [link] [comments]

O blockchain é realmente inviolável?

Mesmo que ninguém possa mudar os dados escritos no Blockchain. O blockchain não é exatamente inviolável. Na prática, O blockchain é uma estrutura de dados mantida em consenso pelos mineradores utilizando as regras em vigor. Se os mineradores tiverem consenso, sobre uma mudança eles podem criar um fork a qualquer momento e de qualquer ponto do block chain(ainda que não possam apagar informações antigas), mas é plenamente possível que o novo fork se torne o fork 'oficial'. Isso foi o que aconteceu no famoso Bug de Agosto de 2010, onde uma transação criou 184 milhões de Bitcoin, devido a um bug no tratamento de overflow do protocolo. Dessa forma, os mineradores entenderam que a melhor coisa a fazer era criar um fork no blockchain das ultimas 5 Horas, assim todas as novas transações começaram a ser adicionadas no novo fork
submitted by jpsoliveira to BrasilBitcoin [link] [comments]

Tudo sobre o Bitcoin: a história, os usos e a política por trás da moeda forte digital *Gizmodo*

Fonte Gizmodo
Em abril de 2013, visitei um prédio ocupado em Londres e fui apresentado a um grupo de ativistas políticos e hackers que trabalham para transformar a maneira como entendemos e usamos o dinheiro, visando uma reestruturação do próprio sistema financeiro e a criação de uma nova organização econômica. Formado por jovens que se conheceram no Occupy London (protesto que ocupou as imediações da catedral de St. Paul’s entre outubro de 2011 e junho de 2012), o squat fica no coração da cidade, bem próximo ao centro bancário, e se tornou o ponto de encontro informal da comunidade interessada em bitcoins e em criptomoedas na capital inglesa. Lá ouvi sobre os esforços daqueles que estão criando o ecossistema da primeira moeda digital, descentralizada, anônima e instantânea do mundo – o Bitcoin (BTC) – e como o conceito lançado por ela pode libertar o dinheiro e dar mais poder às pessoas para gerenciar suas finanças.
Era insólito ser apresentado a uma utopia com tamanho potencial transformador para a economia em um ambiente como aquele – um edifício comercial gigantesco e quase deserto, ainda com luzes e água funcionando, paredes inteiramente grafitadas e alguns gatos pingados espalhados pelas salas. “Bitcoin é um sistema econômico alternativo que usa moedas digitais e que se auto-regula com base em um sistema de mineração informatizado, criptografia de chave pública e um arquivo que registra todas as transações feitas. É uma solução para o futuro do dinheiro digital”, me explicou Amir Taaki, programador inglês que se envolveu com o sistema nos seus primórdios e era meu contato no local. De moicano em riste e vivendo apenas com o que cabe em uma mala, Taaki parecia um mensageiro improvável para a mais recente novidade econômica. Mas as aparências enganam – ele aprimorou partes do código, fundou dois câmbios e uma consultoria sobre o tema e é o organizador de uma conferência que chega à sua segunda edição em novembro deste ano.
Apesar de ainda viver seus primeiros dias e contar com um caráter experimental, a moeda vem crescendo e apresentando uma série de vantagens teóricas em relação ao sistema bancário tradicional – transferências de pessoa a pessoa sem o intermédio de bancos ou regulação central, taxas menores, abertura fácil de contas e poucos pré-requisitos para começar. Reunindo um grupo de interessados na moeda, o ambiente estava elétrico naquela noite, movido principalmente pela alta histórica da moeda hacker. Em tempos de crises como a do Chipre, onde o governo ameaçava confiscar uma parte das economias bancárias da população e usá-la para pagar a dívida de bancos, a ideia de uma moeda descentralizada e livre das garras do sistema financeiro e político ganha um interesse ainda maior.
Diversas empresas já tornam possível comprar uma grande variedade de itens com bitcoins – uma nova leva de startups já vende legalmente casas, computadores, guitarras e pizzas em troca da criptomoeda, que também pode ser trocada por prata ou ouro em câmbios especializados. Com a maior atenção da mídia para o assunto, algumas companhias de tecnologia também se equiparam para receber pagamentos em Bitcoin – WordPress, Mega e Reddit entre elas. Atualmente, a maioria das companhias aceitando bitcoins são digitais, mas alguns (poucos) locais físicos despertam para o crescente mercado. Hoje, a moeda flutua pelo mundo digital. Mas grandes cidades já se adaptam à nova economia, e Berlim já oferece cafés, bares, restaurantes e lojas de discos que aceitam bitcoins.
Estipula-se que a experiência do Chipre e a má situação da economia espanhola aumentaram a demanda por bitcoins e foram dois fatores decisivos para a impressionante alta do valor das moedas em 2013 – durante o mês de abril, cada moeda chegou a valer US$ 266. Alguns dos que estavam reunidos comigo naquele squat puderam se tornar milionários com a atualização nos valores, quase que da noite pro dia. Posteriormente, a economia teve uma queda motivada por ataques a um site de câmbio e hoje cada bitcoin vale US$ 120, ainda assim um valor alto se pensarmos que em janeiro 1 BTC saia por US$ 13,50.
A alta no preço das moedas reflete uma maior demanda por elas, que são limitadas. Tal procura pode ser motivada por diversos fatores (maior exposição na imprensa, incerteza econômica em países europeus ou mero faro de que aquele projeto poderia se valorizar). Já a ‘quebra’ subsequente parece ter sido arquitetada, com o Mt. Gox (maior câmbio de bitcoins) tendo sofrido uma série de ataques DDoS que tinham como objetivo justamente a desestabilização do seu serviço e a queda do valor das bitcoins, que puderam ser readquiridas por muito menos e, com o decorrer do tempo, passaram a crescer novamente. Por ser puramente digital, o Bitcoin sofre de ameaças digitais: atualmente, um DDoS pode balançar a economia.
Se para alguns se trata apenas de uma bolha e um esquema para que os usuários antigos ganhem em cima dos novos, outros enxergam no conceito “a ideia mais perigosa da internet” e um potencial para revolucionar o sistema financeiro e criar uma economia paralela, gerida para e por pessoas. O protocolo do dinheiro eletrônico peer-to-peer não depende da confiança em uma autoridade monetária central e permite transações semi-anônimas e quase livres de impostos e taxas, mesmo no caso de envios para o exterior. Em poucos segundos é possível transferir dinheiro para o outro lado do planeta, de uma pessoa para outra, sem a intermediação de bancos ou regulações governamentais. Pode parecer exagero, mas os defensores do Bitcoin defendem que o impacto social e econômico do projeto pode ser comparável ou até maior do que o da própria internet. O objetivo último é transformar a maneira como enxergarmos o que é dinheiro e os canais pelos quais ele é escoado. A ideia é potencialmente disruptiva – em uma sociedade que se organizasse em torno de um conceito financeiro como esse, não existiriam fronteiras ou intermediários entre você e seu capital, e ninguém teria a chave-mestra para a sua conta ou decidiria para quem pode ou não transferir dinheiro. Ao mesmo tempo, ninguém se responsabilizaria no caso de desvios ou problemas quaisquer, assim como nada garante que o valor da moeda se mantenha.
Bitcoins são mais ou menos como o ouro. Como o metal precioso, elas têm que ser ‘garimpadas’ na internet através de usuários de uma aplicação gratuita que libera bitcoins em troca de um esforço computacional na resolução de problemas matemáticos complexos, que ajudam a verificar e divulgar todas as transações. A rede possui um banco de dados que se expande em blocos, que são gerados mais ou menos a cada dez minutos e que contêm todas as transações realizadas – mantendo a privacidade dos usuários, as trocas ficam abertas e podem ser checadas. Trata-se de uma medida de segurança que visa impedir que uma bitcoin seja gasta duas vezes. Com cada bloco sendo gerado com base no anterior, é impossível corromper o sistema e inserir moedas ou transações falsas.
O ‘garimpo’ se dá de forma que a quantidade de fundos disponibilizada é ajustada em uma crescente previsível e controlada – apenas 21 milhões de bitcoins serão criadas, com uma escala pré-definida sobre a liberação delas até 2040 – tudo isso para evitar a versão digital do “basta imprimir mais dinheiro, oras”. Os mineradores são responsáveis por adicionar ‘blocos’ de transações na rede, ganhando por isso uma recompensa em bitcoins. Tecnicamente, qualquer um pode se tornar um minerador e ganhar bitcoins, mas com o tempo os problemas se tornam mais difíceis e apenas equipamentos especializados e de alta capacidade podem ajudar a resolvê-los. Supercomputadores são usados para isso, e assumem o posto de perfuradoras digitais. Hoje em dia, o equipamento para mineração já evoluiu para caros sistemas computacionais adaptados para competir por novas bitcoins, e já é bem difícil que um novato entre no jogo. Da escassez nasce o valor do Bitcoin – assim como o ouro, a demanda é limitada e o esforço para consegui-lo é cada vez maior.
Alguns dias depois do encontro com a comunidade Bitcoin em Londres, adquiri minhas primeiras moedas e comecei a pesquisar como tudo isso funcionava na prática. Adquirir a moeda é relativamente simples, mas todo o processo e suas diferenças para o sistema bancário tradicional podem afastar o leigo. Para quem não tem os conhecimentos técnicos necessários ou o interesse para iniciar uma operação de mineração, pode-se conseguir bitcoins ao vender serviços ou bens e cobrar na moeda, comprá-las de alguém (existem inúmeros sites para isso, como o LocalBitcoins) ou trocar euros ou dólares em câmbios especializados, sendo o maior deles o Mt.Gox, empresa japonesa que processa quase 80% das trocas. Com a popularização, novos e mais práticos meios de receber bitcoins estão sendo desenvolvidos, empresários já trabalham em caixas eletrônicos e também já existe uma versão física do dinheiro eletrônico.
Ao adquirir bitcoins, as moedas ficam arquivadas em uma ‘carteira digital’ no seu computador na forma de códigos de 64 caracteres cada. Uma das maneiras mais simples de consegui-las é com o uso de um processador de pagamentos como o BitInstant, onde você deposita dinheiro e, ao pagar uma pequena taxa, recebe o valor depositado em BTC na sua carteira digital (Bitcoin-QT ou Coinbase são boas opções). Através do programa, é possível arquivar moedas e também mandar e receber de outros, mas vale fazer um adendo: tome cuidado ao escolher as empresas ou pessoas com quem fará negócio em BTC, já que as transações são irreversíveis e a única opção no caso de algum engano é esperar que o outro lado da linha devolva os seus fundos. Se você decidir se aventurar no mundo BTC, também aconselho a leitura mais detalhada dos diversos meios para garantir a segurança da sua carteira.
Para fazer uma transferência, basta declarar a quantia através do programa escolhido, assinar digitalmente com a chave privada dada a cada endereço e digitar também o código daquele que recebe. A transação é então verificada pelos mineradores que, se aceitarem o procedimento, gravam os registros e distribuem por toda a rede. A partir desse momento, o dinheiro já está em posse da outra pessoa, como saldo disponível em sua ‘carteira digital’. Aqui, o minerador funciona como intermediário, mas nunca como regulador da moeda.
Com moedas em caixa e entendendo melhor como tudo isso se dá no mundo real, hora de explorar as origens e o potencial da moeda hacker.
O resto da Materia pode ser liga aqui http://gizmodo.uol.com.btudo-sobre-o-bitcoin/
Rafael Cabral tem 25 anos e é um jornalista interessado na intersecção entre internet e política. Iniciou sua carreira como repórter do caderno Link, n’O Estado de S. Paulo, e desde então já publicou matérias em diversos meios, quase sempre relacionadas a tecnologia. No último ano esteve flanando por Londres, onde conheceu a galerinha maneira do Bitcoin
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Mineração de Bitcoin em Português Claro

Por David Perry
Meus leitores regulares provavelmente já devem estar cientes de que eu estou mais do que envolvido com o Bitcoin. Se você não sabe o que é Bitcoin – bem, primeiramente, você provavelmente está lendo o artigo errado, mas vá em frente e assista este vídeo (http://www.youtube.com/watch?v=Um63OQz3bjo) e você, provavelmente, se inteirará do assunto. Um dos pontos mais comumente confusos para os novos Bitcoiners é o conceito de mineração (http://www.weusecoins.com/en/mining-guide). A maioria dos novatos em Bitcoin não consegue ter uma boa compreensão do conceito e praticamente todo artigo sobre o assunto (incluindo este) vai preveni-lo que o assunto é altamente técnico e não é para os fracos de coração.
E ainda, o tópico sobre mineração parece ser a fonte da maioria das perguntas sempre que eu converso com alguém sobre Bitcoin – e por que seria diferente? Ele é o mecanismo pelo qual a moeda é emitida, e emissão é um tópico de importante compreensão se você for usar e confiar em uma moeda; e o mecanismo de emissão do Bitcoin é, infelizmente, bastante complexo e técnico. Este artigo irá tentar quase o impossível: uma minuciosa explicação sobre como funciona a mineração, mas sem qualquer um dos detalhes específicos que podem assustar os leigos na sala.
Agora eu vou tentar meu máximo para evitar termos técnicos, mas existem alguns conceitos e termos fundamentais que são absolutamente vitais de entender se você quiser quebrar a cabeça minerando. Eu vou reduzi-los ao mínimo e explicá-los da forma mais simples possível.
Então o conceito básico de mineração de Bitcoin é que há um pequeno pacote de cada bloco onde estão contidos dados aleatórios e sem sentido, e mineradores de Bitcoin pegam todos os dados do bloco atual, embaralham esse pacote aleatório e calculam o hash da coisa toda. Lembre que enquanto hashes são fáceis de reproduzir, eles são impossíveis de prever e parecem funcionar de forma randômica, então o minerador não tem uma forma de prever qual pacote de dados aleatórios vai produzir o hash “vencedor”, ele pode apenas permanecer convertendo aquele pacote até obter o resultado que ele está procurando. Eventualmente, alguns mineradores acham em algum lugar um pacote de dados aleatórios que produz um hash que é menor que um determinado valor, o qual é determinado pela dificuldade, e submetem esse bloco acompanhado de seu hash à rede Bitcoin. Uma vez que a rede confirme que a solução está correta, o minerador é recompensado com um número de Bitcoins.
O número de Bitcoins na recompensa depende de determinado número de fatores. Há uma recompensa base incluída em cada bloco para encorajar a atividade de mineração enquanto o Bitcoin ainda está nos estágios iniciais – atualmente a recompensa é de 50 bitcoins, mas de vez em quando a recompensa é cortada ao meio até eventualmente chegar a zero. Algumas transações cobram uma taxa de transação, que também vai para os mineradores. Futuramente essas taxas de transação serão a única recompensa pela mineração, mas a esperança é que nesse período haverá transações suficientes (e, portanto, taxas suficientes) para fazê-la valer a pena.
Bem no início, o número de mineradores e a qualidade de seus equipamentos era tão baixa que o que eu descrevi acima era tudo o que existia: um punhado de computadores domésticos fazendo um monte de cálculos matemáticos na máxima velocidade e a maioria deles conseguia alguns milhares de Bitcoins a cada dia. Hoje, entretanto, já existem tantos mineradores e seus equipamentos são tão mais rápidos que U$ 1000 em equipamento para mineração iria gastar entre dois a três meses trabalhando antes de conseguir resolver o primeiro bloco. Algo precisava ser feito.
Grupos de mineração surgiram para resolver este problema. O conceito é simples: Um punhado de mineradores trabalham juntos para resolver blocos e quando o grupo resolve um, eles dividem seus ganhos da forma que acharem mais justa. Existem, é claro, divergências entre os grupos sobre qual a melhor forma de dividir os lucros, mas esta discussão bastante técnica é para outro artigo.
Estes são os mecanismos básicos, mas existem algumas coisas importantes que podem não ter ficado óbvias à primeira vista
Se algo não está claro ou se você acha que há algo que valha a pena ser acrescentado, deixe-me saber nos comentários e eu farei meu melhor para deixar todos felizes!
Atualização: Este post tem ganhado muita atenção ultimamente e eu tenho sido inundado de comentários com variações da mesma pergunta: “Para qual propósito serve a mineração?”.
A resposta é dupla:
Distribuir moedas é uma tarefa fácil se você tem uma autoridade central – essa autoridade simplesmente imprime algum dinheiro e decide para quem dá-lo. Quando você não tem uma autoridade central e você não quer nenhum idiota imprimindo toneladas de moeda a vontade e destruindo seu suprimento de moedas com inflação, você tem alguns problemas complicados para resolver. Mineração resolve esse problema ao incluir um difícil problema de “proof-of-work” em cada protocolo do Bitcoin para o qual a recompensa é uma unidade de moeda.
Essa é a parte da explicação que fica longa e complicada – realmente longa e complicada. É a toca do coelho e mais um pouco, mas se você está disposto a descer por esse buraco do coelho, o melhor lugar para começar é provavelmente este post (http://www.mail-archive.com/[email protected]/msg09997.html) do criador do Bitcoin Satoshi Nakamoto. Para uma explicação mais generalizada, eu recomento o artigo da Wikipedia (http://en.wikipedia.org/wiki/Proof-of-work_system) sobre sistemas de “proof-of-work”. A versão curta da explicação: é um método para resolver transações conflitantes e prevenir gastos duplos. Texto de origem http://codinginmysleep.com/bitcoin-mining-in-plain-english/
Tradução por: Sarah Alexandre
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**A moeda vitual Bitcoin quebra a marca dos mil dólares**

O valor de um único bitcoin ultrapassou US$ 1.000 (£ 613), pela primeira vez, de acordo com MtGox, um dos principais mercados da moeda virtual.
Valor do Bitcoin tem aumentado rapidamente desde uma audiência do comitê do Senado dos EUA, no início deste mês.
A confiança cresceu após a comissão ter descrito as moedas virtuais como um "serviço financeiro legítimo".
O Bitcoin se tornou popular em parte devido ao fato de ser difícil de rastrear transações.
A moeda está muitas vezes ligada à atividade ilegal online.
Os clientes que utilizam a Rota da Seda - um site de venda de drogas ilegais que foi fechado no mês passado – teriam pago por bens usando Bitcoin.
Muitos tiveram medo de que a repressão faria com que o valor despencasse, mas a crescente confiança de que as autoridades reguladoras não buscariam proibir a moeda iminentemente permitiu ver seu preço subir.
Os entusiastas dizem que é uma forma altamente eficiente de lidar com transferências monetárias globais.
"Tem sido incrível assistir o Bitcoin ir de zero a U$ 1.000 em apenas cinco anos", disse Mike Hearn, um desenvolvedor Bitcoin.
"É fácil esquecer que o verdadeiro valor do Bitcoin não está em uma taxa de câmbio arbitrária, mas em sua capacidade de permitir novas aplicações e serviços que não são possíveis com redes de pagamento de hoje."
Audiência no Senado
A audiência do Senado dos EUA no início deste mês foi motivada pelo fim da Rota da Seda.
Representantes do Departamento de Justiça e da Comissão Bancária de Títulos e Câmbios foram convidados a apresentar as suas opiniões sobre as moedas virtuais para o comitê, e vem sido recebidas cartas de reconhecimento do FBI e do Banco Central dos EUA.
"Moedas virtuais, talvez mais notavelmente o Bitcoin, tem capturado a imaginação de alguns, colocado medo em outros, e confundiu o resto de nós pra danar", disse o presidente do comitê, senador Thomas Carper, no discurso de abertura.
O FBI, em uma carta ao comitê, disse reconhecer que as moedas virtuais têm oferecido "serviços financeiros legítimos", mas que poderiam ser "exploradas por usuários mal-intencionados".
Mythili Raman, o chefe da Divisão Criminal do Departamento de Justiça, disse à comissão: "Temos visto aumento do uso de tais moedas por traficantes de drogas, traficantes de pornografia infantil, e autores de esquemas de fraude em grande escala".
Mas o Bitcoin, lentamente, começa a ser usado para outros fins mais legítimos.
Em outubro foi aberto o primeiro caixa eletrônico Bitcoin em Vancouver, Canadá - a máquina permite aos usuários trocar bitcoins por dinheiro e vice-versa.
Embora um bitcoin inteiro possa valer mil dólares, é possível pagar por bens usando frações de bitcoins.
Por exemplo, o site pizzaforcoins.com oferece duas pizzas por 0,02160 bitcoins.
Flutuações Selvagens
O valor do Bitcoin tem flutuado ao longo do último ano. Em janeiro, ele foi negociado a cerca de U$ 20.
Em abril, uma venda em massa provocou a queda do valor de um bitcoin de 260 dólares para 130 dólares em apenas algumas horas. O mercado MtGox disse que havia feito um grande esforço para lidar com um entrada repentina e "bastante surpreendente" de novos usuários.
A moeda virtual também foi rapidamente adotado na China, onde um mercado - o BTC China - é dito ser o mais ativo no mundo.
Uso de Bitcoin na China tem sido atribuído ao fato de ser uma forma eficaz de conseguir dinheiro de forma confiável fora do país.
Vários mercados de Bitcoin foram criados em todo o mundo, com o MtGox sendo o mais proeminente.
Normalmente, cada mercado vai mostrar um valor diferente - isto é devido à dificuldade em trocar bitcoins por moeda real, um processo que pode exigir a transferência de fundos através de vários bancos em diferentes países. Cada banco provavelmente iria cobrar uma taxa para essas transações.
A volatilidade do Bitcoin tem feito com que alguns não se refiram a ele como uma "moeda" de verdade, mas, em vez disso o vêem como um estoque ou mercadoria.
Como o Bitcoin Funciona
Bitcoin é muitas vezes referido como um novo tipo de moeda.
Mas pode ser melhor pensar em suas unidades como sendo fichas virtuais em vez de moedas ou notas físicas. No entanto, como toda moeda, seu valor é determinado pela quantidade de pessoas que estão dispostas a trocá-la.
Para processar transações de Bitcoin, um procedimento chamado de "mineração" deve ocorrer, o que envolve um computador resolvendo um problema matemático difícil com uma solução de 64 dígitos.
Para cada problema resolvido, um bloco de bitcoins é processado. Além disso, o minerador é recompensado com novos bitcoins .
Isto fornece um incentivo para as pessoas fornecerem poder de processamento de seus computadores para resolver os problemas.
Para compensar o crescente poder de processamento dos computadores, a dificuldade dos quebra-cabeças é ajustada para garantir um fluxo constante de cerca de 3.600 novos bitcoins por dia.
Existem atualmente cerca de 11 milhões de bitcoins.
Para receber um bitcoin um usuário deve ter um endereço Bitcoin - uma série de 27-34 letras e números - que atua como uma espécie de caixa de correio virtual para o qual os bitcoins são enviados.
Como não há registro desses endereços, as pessoas podem usá-los para proteger seu anonimato ao fazer uma transação.
Esses endereços são por sua vez armazenados em carteiras Bitcoin que são usados para gerenciar as reservas de bitcoins.
Eles funcionam como contas bancárias de gestão privada - com a ressalva de que, se os dados são perdidos, os bitcoins também o são.
Análise de Rory Cellan-Jones, correspondente de tecnologia
Tem sido um ano extraordinário para a moeda, o que atrai discípulos e odiadores em quantidades semelhantes.
Em janeiro, quando apenas uma banda dedicada de libertários e uber -geeks sabia mais sobre ele, um bitcoin valia menos de US $ 20 - mas quando as pessoas começaram a escrever sobre suas vantagens , o valor aumentou.
Então, em outubro, quando o FBI fechou a Rota da Seda - o mercado de drogas on-line onde Bitcoin foi o principal meio de troca -, e ele caiu em mais de 20% em poucas horas.
Mas na semana passada foi dado o selo de respeitabilidade quando uma audiência do Senado dos EUA ouviu depoimentos brilhantes sobre o seu potencial, com funcionários da administração do presidente Barack Obama, comparando os seus méritos com os da internet.
Existe agora um crescente conhecimento e interesse no Bitcoin entre os funcionários responsáveis pela aplicação da lei, entidades reguladoras e economistas. E, embora ainda haja muito ceticismo sobre a sua segurança, a ideia de uma moeda virtual para a internet criou raízes.
Mas os investidores devem ficar atentos - qualquer um que entrar na onda pode ter garantido um crescimento instável.
Original em: http://www.bbc.co.uk/news/technology-25120731
Traduzido por Sarah Alexandre
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Crédito, débito ou bitcoin?

São Paulo - O empresário Rodrigo Souza, de 34 anos, mudou-se para os Estados Unidos em 2008 e colocou seu apartamento em Santos à venda no ano passado. Nada de excepcional, não fosse a única forma de pagamento aceita: bitcoin.
Como mora em outro país, essa é, segundo ele, a melhor maneira de receber o dinheiro sem pagar as altíssimas taxas de remessa ao exterior — que podem chegar a 10% do valor de venda — ou do imposto sobre operações financeiras (IOF), que no fim do ano passado chegou a 6,38%.
Essa transação não é novidade para Rodrigo. Sócio de uma empresa de vídeos publicitários de animação, a MindBug Studios, Rodrigo tem colaboradores espalhados por quatro países. Seus empregados no Brasil e na Argentina recebem o salário em bitcoins.
“Tentei pagá-los via PayPal (serviço online de pagamentos), mas as taxas sequestravam boa parte do dinheiro. Com o bitcoin, eles recebem o salário integral e descontam os impostos nos países onde moram”, diz. Rodrigo também aceita, e até prefere, essa moeda como forma de pagamento pelos serviços prestados por sua empresa. “O dinheiro chega mais rapidamente e eu me livro das taxas”, afirma.
O empresário usa bitcoins principalmente como forma de transferir dinheiro e mantém cerca de 20% do patrimônio na moeda virtual. “Como o valor é muito volátil, prefiro transferir o resto para dólar, por garantia”, explica.
O bitcoin é uma moeda que circula apenas online, sem a regulação de um banco central e com transações encriptadas, ou seja, transmitidas em códigos, para dar segurança ao usuário e manter anônimas suas informações. Cada unidade valia, no início de abril, 446 dólares.
No dia 19 de novembro a moeda havia chegado a 545 dólares. Dez dias depois, estava cotada em 1 023 dólares. Essa instabilidade é um dos principais argumentos dos economistas que afirmam que o “bit­coin é algo mais parecido com loteria do que com moe­da”. A frase é do professor de finanças da FGV Samy Dana.
“Uma moeda precisa armazenar e conservar valor, mas o bitcoin oscila mais de 20% em um único dia”, diz Samy. Outra questão é a falta de uma autoridade monetária. “Não existe uma agência central reguladora. Isso deixa o bitcoin praticamente à margem da lei”, diz o professor de finanças do Ibmec do Rio de Janeiro Nelson de Souza.
Entretanto, há quem defenda que o bitcoin seja a moeda do futuro. No fim do ano passado, Ben Bernanke, então presidente do Federal Reserve, o banco central americano, enviou uma declaração ao Comitê de Segurança Nacional do Senado reconhecendo que o bitcoin “pode ser uma promessa, particularmente se as inovações que ele traz forem capazes de promover um sistema de pagamento mais rápido, seguro e eficiente”.
O Departamento de Justiça americano também emitiu um co­municado oficial informando que as operações com bitcoin são um meio legal de troca. “O Departamento de Justiça reconhece que muitos sistemas monetários virtuais oferecem serviços financeiros legítimos e possuem potencial para promover um comércio global mais eficiente.”
No Brasil, só 52 estabelecimentos estão no coinmap, o mapa que mostra quem aceita bitcoins. Parece pouco, mas esse número dobrou desde o fim do ano passado. O engenheiro da computação de Belo Horizonte Eduardo Camponez, de 33 anos, deve aumentar essa lista.
Ele convenceu uma escola de inglês online a aceitar bitcoins. Eduardo começou a estudar o bitcoin no fim do ano passado e já usou a moeda virtual para comprar em sites como Amazon. Para ele, a principal vantagem dela é ficar livre de intervenções de governos e bancos.
Esse aspecto, no entanto, preocupa autoridades do mundo todo. Um bom exemplo disso foi o que aconteceu em 2010, quando o governo americano tentou fechar o WikiLeaks, site que vazou documentos confidenciais da Casa Branca sobre a guerra no Afeganistão.
Como punição, o governo americano proibiu que bancos e operadoras de cartões de crédito transferissem dinheiro ao site, que vive de doações. Foi então que o WikiLeaks começou a receber doações em bitcoins, que não podem ser bloqueadas nem rastreadas pelas autoridades.
Na rede, é possível visualizar quanto e quando o dinheiro foi transferido, mas as contas que o enviaram e o receberam permanecem anônimas. Com base nessa premissa, Charlie Shrem, criador da BitInstant, empresa de negociação da moeda virtual, foi preso em janeiro, acusado de um esquema de venda de bitcoins para usuários do Silk Road, mercado negro online que vende drogas e armas ilegalmente.
A origem do bitcoin é incerta. Acredita-se que ele tenha sido criado em 2008 por Satoshi Nakamoto, programador japonês de 64 anos radicado nos Estados Unidos. No mês passado, a revista americana Newsweek tentou confirmar a informação, que foi negada por Satoshi.
Mais misteriosa ainda foi a forma como, em fevereiro, a Mt. Gox, maior bolsa para troca de bitcoins no Japão, anunciou que 300 milhões de dólares na moeda virtual foram roubados por hackers. “Fraudes acontecem com qualquer moeda”, diz Eduardo Camponez.
O bitcoin é considerado por seus defensores uma resposta à alta carga tributária e ao excesso de regulação do sistema monetário. “Ela representa uma revolução sem precedentes no sistema bancário mundial”, diz o economista Fernando Ulrich, autor do livro Bitcoin — a Moeda na Era Digital. Já há centenas de criptomoedas criadas a partir do código-fonte do bitcoin.
A ripple, uma delas, já recebeu aportes milionários de investidores como o Google Ventures. Na dúvida, talvez seja bom se acostumar com a ideia de ter uma carteira digital. Ela pode se tornar uma realidade na sua vida num futuro bem próximo.
Entenda como são feitas as transações com essa moeda virtual
O que é: Uma moeda que só circula online, com transações feitas em códigos para proteger a identidade de seus usuários
Bitcoin: As transferências, mesmo que internacionais, são feitas diretamente entre os usuários, sem taxas.
Moeda convencional: Operações com cartões de crédito e débito ou transferências de dinheiro passam pelos bancos.
Como encher a carteira
Vendendo
• Vendendo produtos, em lojas e sites, e aceitando bitcoins em troca.
Comprando
• Comprando a moeda de outras pessoas em sites como LocalBitcoins.com ou em casas de câmbio especializadas.
Minerando
• Resolvendo problemas matemáticos gerados pelo software do bitcoin, usado para autenticar as transações com a moeda na internet. Quem soluciona primeiro os problemas é recompensado com um pagamento em bitcoins pelo serviço prestado aos demais usuários.
Essas pessoas são chamadas de mineradoras, porque “garimpam” seus bitcoins em vez de comprá-los.
Saiba como uma compradora nos Estados Unidos faria para adquirir com bitcoins um par de sapatos de uma loja na Itália e como a operação é validada pelos membros da rede
1 O primeiro passo é criar uma carteira virtual em sites como Coinbase e Multibit. Cada conta dá acesso a uma série de endereços, cada um formado por uma sequência de letras e números.
2 Quando visita um site de compras e decide adquirir um produto em bitcoins, a compradora recebe do vendedor um endereço.
3 O passo seguinte será entrar em sua própria carteira virtual e usar sua assinatura digital — uma espécie de senha — para autorizar a transferência para o endereço gerado pelo vendedor.
4 Cada transação gera um problema matemático, que precisa ser solucionado pelos mineradores para que a operação seja finalizada. Os mineradores emprestam a capacidade analítica de seus computadores para a rede e, como forma de bonificação, recebem 25 bitcoins por operação completada.
5 Para cada transação, é gerada uma chave pública — uma senha que permite a qualquer membro da rede verificar se a operação é válida, embora ninguém possa identificar os envolvidos nela.
Confira abaixo as vantagens e as desvantagens envolvidas no uso do bitcoin
Vantagens
• É possível enviar dinheiro para qualquer lugar do mundo sem pagar as altas taxas de transferência cobradas pelos bancos.
• Qualquer membro da rede pode ver quais transações foram feitas, o que reduz a possibilidade de fraudes. O valor e o horário das operações são registrados, mas os usuários permanecem anônimos — a menos que alterem seu nível de privacidade.
• No Brasil, só 52 estabelecimentos admitem bitcoins como forma de pagamento. Parece pouco, mas esse número já é o dobro do que existia até o fim do ano passado.
• É possível trocar reais por dólares ou qualquer moeda estrangeira sem incidência do imposto sobre operações financeiras (IOF), que chegou a 6,38% em 2013. Basta comprar bitcoins com moeda nacional e vendê-los na moeda desejada.
Riscos
• Não há a quem recorrer em caso de fraude ou quebra de uma casa de câmbio de bitcoins.
• Como não é uma moeda regulamentada, o valor do bitcoin pode oscilar mais de 100% em um dia. Sua alta volatilidade faz com que ele não seja indicado como investimento.
• Assim como qualquer coisa que só existe o mundo virtual, carteiras e contas podem ser invadidas por hackers.
• Ainda são poucos os estabelecimentos ou prestadores de serviços que aceitam essa moeda
Fonte EXAME
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Perguntas Frequentes /r/Brasilbitcoin – Novos usuários, por favor, leiam!

Perguntas Frequentes /Bitcoin – Novos usuários, por favor, leiam!
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